Boa tarde queridos!
Amanhã nos encontramos em nossa aula! :)
Um abraço a todos!
domingo, 27 de março de 2016
Respondendo a pergunta: "Em que a convivência com a Prof. Alda modificou o seu pensamento e/ou a sua vida?"
Relato da Aluna Sra. Ana Rosa sobre a professora Alda em 14/03/2016
"É muito fácil falar dela e para ela. Ela é um presente de Deus que veio para acrescentar na minha vida.
Ela mostrou para nós o quanto é importante nós sermos interessante e interesseira para eu ver a minha volta e para eu mudar o que precisa ser mudado. O interesse me faz ter movimento de buscar, ver, pensar, ter emoção. Em outra oportunidade ela mostrou que vivemos em uma teia de aranha , umas pessoas dependendo umas das outras ou mesmo entrelaçadas, queiramos ou não; eu não sobrevivo sozinha, eu preciso do outro.
Todas as pessoas que Deus coloca em meu caminho é para meu crescimento ou experiência, mas as vezes, já precisei arrebentar alguns fios dessa teia que me ligavam a algumas pessoas pela morte, por mudanças , por discórdias familiares,etc.
Aprendi que não devo deixar para depois o que eu quero e posso fazer agora. foi falado também que até nós mudamos de nome sem perceber para nossa sobrevivência. Também tem muitas coisas que eu preciso conhecer , acreditar e praticar.
Eu aprendi que não tenho idade e sim vida.
Obrigada por você existir. Anna Rosa dos Santos"
Relato da Aluna Sra. Elza sobre a professora Alda em 14/03/2016
"Ela possui um modo simples nada ficava sem resposta . Ensinou a compartilhar sempre a viver o presente cresço na medida que agradeço".
Relato da Aluna Sra. Nana sobre a professora Alda em 14/03/2016
"Respeito , humildade, criticar menos, aceitar cada um respeitar as pessoas"
Relato da Aluna Sra. Ruth sobre a professora Alda em 14/03/2016
"Ajudou-nos a conhecer o filosofo Henri Valon, tomar consciência a partir do outro, quanto mais interesse voce tem , mais interessante vc é. Foi uma mãezona".
Relato da Aluna Sra. Herlene sobre a professora Alda em 14/03/2016
"Não me via nessa faculdade ,mas ouvi muito sobre releitura , e ao participar quebrei muitos preconceitos. Aprendi que vamos viver muitos ciclos , superar. Tenho muitos planos para frente".
Relato da Aluna Sra. Inês sobre a professora Alda em 14/03/2016
"Desde 2007 acompanho a Alda, ela semeou muito e hoje somos os frutos."
Relato da Aluna Sra. Maria Lucia sobre a professora Alda em 14/03/2016
"Ela é uma luz na minha vida porque ela tinha a capacidade de ouvir."
Relato da Aluna Sra. Mariza sobre a professora Alda em 14/03/2016
"Ela é iluminada me amparou no momento de desespero. Gosto muito dela , não deixava passar a tristeza , ensinou a lidar com as perdas. gostava muito da fala dela: " AQUELE QUE NÃO ABRACEI, SINTA-SE ABRAÇADO."
Relato da Aluna Sra. Vera Mimessi sobre a professora Alda em 14/03/2016
"Gratidão é a palavra vou sempre direcionar a ela e guardar na carne a lembrança dos abraços que só nós duas soubemos experimentar"
sábado, 26 de março de 2016
Respondendo a pergunta: em que a convivência com a Prof. Alda modificou o seu pensamento e/ou a sua vida?
Relato do Aluno Sr. Julio sobre a professora Alda em 14/03/2016
" Esta matéria, Releitura, foi criada pela Alda em 2007, com toda sabedoria competência e simpatia. conquistou mais de 40 alunos. Alda dava toda liberdade para o aluno se sentir a vontade.
Eu aprendi muito com ela, não criticava, não humilhava, conquistava as alunas com toda simpatia.
Perdemos uma professora sábia e amiga, vamos nos unir para que este sucesso cada dia cresça mais.
Júlio"
Relato da Aluna Mariinha em 14/032016
"Comecei na Releitura em 2016. Desde o 1° dia, achei a prof. Alda uma simpatia, com uma alegria contagiante.
Todos os assuntos tratados por ela só me faziam ficar sentindo vontade de que ,logo chegasse a próxima 2ª feira.
Sempre eu lhe dizia, que ela parecia um sol, se eu estava meio triste, ela com toda alegria, deixava a minha tristeza desaparecer. Sinceramente bebia todas as palavras que pronunciava.
A prof. Alda mudou muito o meu modo de encarar a vida , com os amigos ou as pessoas não muito amigas, e mesmo o meu relacionamento familiar.
Como já disse, ela foi um sol muito brilhante, com o poder de apagar os maus momentos nesses quatro anos de convivência. Maria Appª Ramos Vieira Fernandes. "
quinta-feira, 17 de março de 2016
segunda-feira, 14 de março de 2016
quinta-feira, 3 de março de 2016
sábado, 27 de fevereiro de 2016
Almejar a Felicidade
Almejar a Felicidade
O sociólogo polonês Zygmunt Bauman discute dilemas muito
presentes no universo dos homens e das mulheres. Ele afirma que há dois valores
absolutamente indispensáveis para uma vida feliz. Um é a segurança; o outro é a
liberdade. Para ele, não é possível ser feliz e ter uma vida digna e
satisfatória na ausência de qualquer um dos dois. Segurança sem liberdade é escravidão.
Liberdade sem segurança é caos. Eis alguns depoimentos:
11 - Antes
vivia para o marido, os filhos, a família, o trabalho. Já cumpri todas as
minhas obrigações profissionais e familiares. Agora, posso cuidar de mim, fazer
o que realmente gosto, não dar mais satisfação para ninguém. Posso ser eu mesma
pela primeira vez na minha vida. Posso rir com minhas amigas e ser feliz comigo
mesma, sem me preocupar tanto com os outros. Viva a minha liberdade mesmo que
tardia. (Mulher 58 anos)
22- Depois
de trabalhar a vida inteira, decidi voltar a estudar. Estou fazendo o curso de
filosofia. Nunca fui tão feliz. (Homem 69 anos)
33- O
que mais gosto é de ficar com meus cachorros e gatos. Parece que eles me
conhecem e sabem exatamente o que eu preciso. Nunca recebi tanto amor dos
filhos ou dos meus ex-maridos. Precisei envelhecer para descobrir esse tipo de
amor desinteressado. (mulher 64 anos ).
44 - O
momento mais feliz do meu dia é quando caminho na areia da praia. Amo o sol, o
mar, a natureza. Algumas mulheres me olham espantadas porque ainda uso biquíni.
Fico muito triste de ver os preconceitos que as mulheres alimentam contra elas
mesmas. ( mulher 79 anos ).
55 - Tenho
bastante dinheiro, podia ficar em casa vendo futebol na televisão. Mas prefiro
mil vezes trabalhar a ficar enchendo a cara e engordando, sem fazer nada. Se eu
parar vou ficar deprimido, me sentir inútil. (homem 73 anos).
Textos do livro Bela
Velhice de Mirian Goldenberg
UNATI
/UNESP 27/02/16
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
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